Fisioterapia no Flamengo: o trabalho começa antes de a bola rolar
Entrevista publicada pelo clube em 13 de outubro mostra a rotina antes e depois dos treinos e relembra uma recuperação prolongada.

Entrar em campo para atender um jogador machucado é apenas a parte mais visível da fisioterapia no futebol. Em entrevista publicada pelo Flamengo em 13 de outubro de 2026, o coordenador Márcio Puglia explicou como o trabalho acompanha a preparação diária dos atletas, antes e depois de treinos e jogos.comunicado do Flamengo ↗
Segundo a reportagem, o setor contava naquele momento com seis profissionais, além da participação de um estagiário. A rotina incluía tanto a recuperação de lesões quanto a prevenção. É a descrição do trabalho daquela equipe, não uma proporção que possa ser aplicada a todos os clubes.
Puglia também relembrou a recuperação de Bruno Henrique após uma lesão no joelho em 2022. O processo teve uma fase de pouca evolução, que levou a equipe a mudar a abordagem. Seu relato mostra como acompanhar a resposta do atleta e fazer ajustes também faz parte da recuperação.
A entrevista ajuda a entender esse trabalho, mas não permite prever a volta de jogadores atualmente lesionados. Uma recuperação passada, a condição física de cada atleta e sua disponibilidade para a próxima partida são questões que exigem informações próprias.


